Motive-se...

quinta-feira, 28 de julho de 2011

terça-feira, 26 de julho de 2011

Quais são seus sonhos?!


Resposta de uma pergunta que foi feita ao médico psiquiatra Roberto Shinyashiki, numa entrevista concedida por ele à revista "Isto É".

O entrevistador Camilo Vannuchi perguntou a ele:
- Muitas pessoas têm buscado sonhos que não são seus?

Shinyashiki responde:
- A sociedade quer definir o que é certo. São quatro as Loucuras da Sociedade.

A primeira é:
- Instituir que todos têm de ter sucesso, como se ele não tivesse significados individuais.

A segunda loucura é:
-Você tem de estar feliz todos os dias.

A terceira é:
-Você tem que comprar tudo o que puder. O resultado é esse consumismo absurdo.


Por fim, a quarta loucura:
-Você tem de fazer as coisas do jeito certo. Jeito certo não existe. Não há um caminho único para se fazer as coisas.


As metas são interessantes para o sucesso, mas não para a felicidade.Felicidade não é uma meta, mas um estado de espírito. Tem gente que diz que não será feliz enquanto não casar, enquanto outros se dizem
infelizes justamente por causa do casamento.

Você pode ser feliz tomando sorvete, ficando em casa com a família ou amigos verdadeiros, levando os filhos para brincar ou indo a praia ou ao cinema.

Quando era recém-formado em São Paulo, trabalhei em um hospital de pacientes terminais.Todos os dias morriam nove ou dez pacientes. Eu sempre procurei conversar com eles na hora da morte. Maior parte pega o médico pela camisa e diz:

"Doutor, não me deixe morrer. Eu me sacrifiquei a vida inteira, agora eu quero aproveitá-la e ser feliz".

Eu sentia uma dor enorme por não poder fazer nada. Ali eu aprendi que a felicidade é feita de coisas pequenas.

Ninguém na hora da morte diz se arrepender por não ter aplicado o dinheiro em imóveis ou ações, mas sim de ter esperado muito tempo ou perdido várias oportunidades para aproveitar a vida.

"Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional".

Roberto Shinyashiki

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Curtindo a Vida Adoidado - O jogo de tabuleiro

Olha a idéia do designer argentino Maxim Dalton: transformar Curtindo a Vida Adoidado num jogo de tabuleiro! Eu compraria fácil!










É poder te abraçar...

Essa eu fiz especialmente para meus amigos!!! Vocês SEMPRE estão em meus pensamentos e coração.. obrigada por existirem em mi ha vida! Um beiju e um abraço maior ainda!


domingo, 17 de julho de 2011

Para os amigos especiais...


O que você faria se cada vez que você quisesse uma pessoa, ela não estivesse por perto???? 






O que você faria se a cada momento que você estivesse super feliz... existisse 10 de tristezas???? 








O que você faria se seu amigo morresse amanhã e você nunca tivesse oportunidade de dizê-lo como você se sentia?? 










Então,eu só queria dizer que, se nunca mais eu falar com você em minha vida, você é muito especial 








e tem feito uma grande diferença em minha vida!!!! 


Eu olho pra você, respeito você e tenho um grande carinho pela pessoa em que se tornou.




Deixe velhos amigos saberem que você nunca os esqueceu, e fale para os novos que você nunca irá esquecê-los... 




Lembre-se, todos precisam de amigos. 




Eu sempre estarei por perto..... 




Em tempos de dificuldades 




Em tempos de precisão, 




Se você está se sentindo triste, 




Você pode contar comigo. 

Eu irei te importunar, até você sorrir,




darei-lhe um abraço, 




E ficarei ao teu lado. 




Estarei com você aqui até o fim, 




Eu sempre e pra sempre serei sua amiga!!!! 





Fale, faça uma ligação, ou um sms, e-mail..... sei lá!!! demonstre de alguma forma que você acha as pessoas da sua vida especiais.... As vezes pensamos "ah, não preciso falar, ela(e) sabe que gosto muito dela(e)..."..... mas mesmo que as pessoas saibam, demonstrar esse sentimento sempre irá surpreendê-las...

Até quando o ícone de Salvar será um maldito disquete?


Há um tempo atrás, fazia muito sentido. Era uma época sem internet popular, então “salvar um arquivo” significava, com grande frequência, guardá-lo em uma mídia removível para uso em outro computador. Esta mídia removível era o disquete. Logo, não havia ícone mais apropriado para a ação do que o próprio. Hoje, porém, quanto tempo faz que você não vê um disquete na sua frente? Crianças com idade o suficiente para salvar os seus próprios desenhos no Paint ainda clicam no disquetinho, sem nunca ter conhecido um. Até quando?



Se você fizer algumas buscas no Google, verá que esta é uma discussão recorrente na internet. Mas isso não quer dizer que se chegou a um consenso. Apenas algumas hipóteses.

Cada vez mais, os nossos dados são armazenados na “nuvem” em vez de HDs, SSDs ou pen drives. Sendo assim, uma das grandes apostas para uma suposta subtituição do ícone de salvar é que ele se tornará uma pequena nuvem, possivelmente com uma setinha apontando para cima. Eu apoiaria. Mas a própria necessidade que eu tive de colocar a palavra nuvem entre aspas no início desse parágrafo deixa claro o motivo dessa não ser uma escolha óbvia. O conceito de armazenamento remoto, que é o que chamamos de “nuvem”, é abstrato demais para se tornar icônico. Abstrato por abstrato, ficamos com o disquete, com o qual já estamos pelo menos acostumados.




Também pode-se pensar que o símbolo do disquete já de desassociou do objeto, representando agora apenas uma ideia. É por isso que ainda usamos símbolos arcaicos como um envelope para emails, e é por isso que ainda chamamos o porta-luvas do nosso carro por esse nome, mesmo que praticamente ninguém guarde luvas nele. São termos que ganharam um novo significado, que significam aquilo que passaram a significar.

Pensando assim, não há nenhuma necessidade de se adotar um novo ícone. Até porque escolher um novo ícone para o ato de salvar, do modo como o conhecemos hoje, seria praticamente impossível. Qualquer objeto no qual possamos pensar, como um cofre ou cadeado, já possui algum outro significado atrelado, ou não faz sentido.

O que teria que mudar não seria o ícone, mas sim a própria ação. E isso é bastante provável que aconteça cada vez mais. A Apple já não usa um ícone de disquete no iPhone e no iPad, não porque o ícone virou outra coisa, mas sim porque tudo está sempre salvo o tempo inteiro. O que desapareceu foi o conceito de “salvar” o seu trabalho, ou o estado de qualquer app que você esteja usando. A mesma coisa acontece em softwares “da nuvem”, como o Google Docs; e o sistema de controle de versões do Mac OS X Lion, assim como a tendência de aproximação cada vez maior dos sistemas operacionais desktop aos tablets, parece apontar para um futuro em que simplesmente não precisaremos sequer pensar na ação, muito menos ter um ícone para representá-la.

Particularmente, eu acho fascinante olhar para a evolução de um pequeno detalhe como este, e pensar em como ela será. O que você acha? O ícone vai mudar? Quando? Que tipo de ícone você gostaria de ver em vez de um disquete? Ou você também acha que o ícone e conceito vão desaparecer? Se sim, acha isso bom ou não? Vamos discutir!

By Gizmodo

Superficial

As vezes escutamos milhões de vezes uma música mas não a ouvimos realmente. Esses eu realmente ouvi a música abaixo e meus pensamentos viajaram... kkkk

Aí pensei que todo mundo já se sentiu ou sentirá assim um dia...
Mas cabe a cada um de nós tomar uma atitude para mudar a situação, como diz a letra da musica:

"Não posso ficar parado,
Pensando se seria melhor ou não".

Pois ficar pensando não muda nada e o tempo, passa, passa, passa... E quando você cair na realidade passou horas, dias, anos ou uma vida toda pensando...




Superficial
IRA!
Composição: Edgar Scandurra

Superficial como um espinho
Me deixou aqui sozinho
Ferido no coração
E eu virei esta pequena ilha
Cercada por concreto
Inundada por ondas de paixão

Superficial como um espinho
Me deixou aqui sozinho
Ferido no coração
E eu virei esta pequena ilha
Fechada em meus sentimentos
Calado e tão só

E vou matando um leão por dia
Não posso ficar parado
Pensando se seria melhor ou não
Era a oposição que nos atraía
Eu tão socialista
E você tão neoliberal

Superficial como um espinho
Me deixou aqui sozinho
Ferido no coração
E eu virei esta pequena ilha
Fechada em meus sentimentos
Calado e tão só

Aaaaah!Aaaaaah!Aaaaah!AaaaaaH!

Superficial como um espinho
Me deixou aqui sozinho
Ferido no coração
E eu virei esta pequena ilha
Cercada por concreto
Inundada por ondas de paixão

E muito louca é a sua caretice
Equilibrada é a sua insensatez
E admirável a sua intolerância
Mas não posso perder mais meu tempo
Bye, bye Adeus..



Ira! - Superficial

sábado, 9 de julho de 2011

Need...

Love

"Eu segurei minhas lágrimas, pois não queria demonstrar a emoção
Já que estava ali só pra observar e aprender um pouco mais sobre a percepção
Eles dizem que é impossível encontrar o amor sem perder a razão
Mas pra quem tem pensamento forte o impossível é só questão de opinião
E disso os loucos sabem
Só os loucos sabem
Disso os loucos sabem
Só os loucos sabem..."

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Todo mundo precisa de um Coach

Coach

"Recebi tantos conselhos que não sei por onde começar. Um que vem a mente é ter um Coach. Em 2002, John Door, disse: 'você precisa de um Coach'. E eu disse: 'Bem, eu não preciso de um coach, sou um CEO (Chief executive officer ou Diretor Executivo) estabilizado, para que eu precisaria de um Coach, tem algo de errado?' Ele disse: 'Não, não, você precisa de um Coach, todo mundo precisa de um Coach.' Então o Bill Campbell se tornou o meu Coach e serviu muito bem ao Google. Todo atleta famoso tem um Coach, todo artista famoso tem um Coach, alguém para observar o que você está fazendo e dar a eles uma perspectiva. Uma coisa que as pessoas nunca são boas é olhar para elas como as outras a enxergam. Um Coach realmente ajuda." (parte da entrevista de Erich Schmidt, presidente da Google)

Bem, agora realmente atuando como Coach (não 100% do tempo ainda, mas a caminho disto), gostaria de explicar um pouco mais sobre o que é este processo, os benefícios que ele lhe traz e como isto pode mudar sua vida. Convido-lhe a passar 5 minutos comigo aqui lendo este texto e acreditar que realmente tudo está ao seu alcance.

Coaching é um processo, com início, meio e fim, definido em comum acordo entre coach (profissional) e coachee (cliente) onde o coach apóia o cliente na busca de realizar metas de curto, médio e longo prazo, através da identificação e desenvolvimento de competências, como também do reconhecimento e superação de adversidades (Definição de José Roberto Marques).

Se fôssemos definir coaching em apenas uma palavra, esta seria: RESULTADO.

Um processo de coaching aumenta o resultado de seus clientes em diversas áreas da vida do cliente (tanto pessoal como profissional). Um processo de coaching bem conduzido e em real sintonia entre coach e coachee gera:
- Felicidade e prosperidade
- Qualidade de vida, saúde e diminuição do stress;
- Relacionamento e comunicação;
- Autoconhecimento e emoções;
- Planejamento e habilidades.

O processo de Coaching tem foco em apoiar as pessoas a avançar em relação às suas metas mais importantes, realizar seus objetivos e criar a versão do coachee de vida ideal e da carreira ideal. O foco é nas possibilidades futuras e como transformá-las em realidade. COACHING NÃO É TERAPIA.

E quanto ao coaching em números? Está em tendente crescimento e não há como parar. No Brasil, a cada dia passa a ser mais visto e procurado este profissional. Se ainda há dúvidas sobre o porquê você deve ter um coach, elas acabam por aqui.

--- Executivos indicam melhoria significativa com Coaching ---
Uma recente pesquisa (PUC CAMPINAS) realizada com 10 executivos que passaram pelo processo de Coaching aponta que 100% aperfeiçoaram a capacidade de ouvir, 80% melhoraram a flexibilidade, 80% aprenderam a aceitar melhor as mudanças e 70% evoluíram a capacidade de se relacionarem. (Fonte: Revista Você S/A)

E ainda um breve relato sobre o retorno quantitativo do Coaching com executivos relatam (fonte: Revista Fortune):
- Melhor relacionamento de trabalho com os subordinados: 77%
- Melhor relacionamento com o chefe: 71%
- Melhor relacionamento com pares: 63%
- Aumento do nível de satisfação com o trabalho: 61%
- Aumento de comprometimento com a empresa: 44%

Vamos a mais algumas informações interessantes?
- Mais de 40 mil executivo possuem Coaches nos Estados Unidos;
- 88% das empresas do Reino Unido utilizam ou já utilizaram os serviços de um Coach;
- Mais de 70% das empresas Australianas já se beneficiaram da metodologia de Coaching
- Nos EUA, segundo o jornal Executive Channel, mais de 40% dos executivos já passaram pelo processo de Coaching. O método é tão difundido, que muitas empresas oferecem o serviço de Coach como benefício do cargo.
- Um estudo publicado no Public Personnal Management Journal concluiu que os executivos que participaram de treinamentos gerenciais aumentaram em 22,4% sua produtividade. E aquele que tiveram Coaching, após esse mesmo treinamento, aumentaram sua produtividade em 88%.

Ainda tem duvidas de que um Coach pode resignificar sua vida, reescrever sua história e lhe trazer resultados maravilhosos? Convido-lhe a acreditar que isto é possível, pois antes de escrever tudo isto, uma experiência única, maravilhosa e especial, resignificou a minha vida.

"O passado, presente e futuro encontram-se aqui e agora! Sim, é possível viver 10 anos em 3 meses, reviver uma vida em tão pouco tempo. E o mais importante! É possível encontrar-se, intimamente, com o que há de melhor em você."

Referencia: www.ynovacao.com.br

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Las fiestas de San Fermín...

Olhem só esse vídeo, a quantidade de pessoas que estão nessa festa parece muito com o nosso carnaval em Salvador.
Mas acreditem ou não, é uma festa religiosa...





Contribuído por : Rodrigo E. Torres

terça-feira, 5 de julho de 2011

Você é Hands On ?

Por Max Gehringer

Vi um anúncio de emprego. A vaga era de Gestor de Atendimento Interno, nome que agora se dá à Seção de Serviços Gerais. E a empresa exigia que os interessados possuíssem - sem contar a formação superior - liderança, criatividade, energia, ambição, conhecimentos de informática, fluência em inglês e não bastasse tudo isso, ainda fossem HANDS ON.

Para o felizardo que conseguisse convencer o entrevistador de que possuía essa variada gama de habilidades, o salário era de 800 reais. Ou seja, nenhuma fábula... Não que esse fosse algum exemplo fora da realidade. Ao contrário, é quase o paradigma dos anúncios de emprego. A abundância de candidatos permite que as empresas levantem cada vez mais a altura da barra que o postulante terá de saltar para ser admitido.

E muitos, de fato, saltam. E se empolgam. E aí vêm as agruras da super-qualificação, que é uma espécie do lado avesso do efeito pitico...

Vamos supor que, após uma duríssima competição com outros candidatos tão bem preparados quanto ela, a Fabiana conseguisse ser admitida como gestora de atendimento interno.. E um de seus primeiros clientes fosse o seu Borges, Gerente da Contabilidade.



Seu Borges: -- Fabiana, eu quero três cópias deste relatório.

Fabiana: -- In a hurry!

Seu Borges: -- Ãh??!!

Fabiana: -- Seu Borges, isso quer dizer "bem rapidinho". É que eu tenho fluência em inglês. Aliás , desculpe perguntar, mas por que a empresa exige fluência em inglês se aqui só se fala português?

Seu Borges: -- E eu sei lá? Dá para você tirar logo as cópias?

Fabiana: -- O senhor não prefere que eu digitalize o relatório? Porque eu tenho profundos conhecimentos de informática.

Seu Borges: -- Não, não.. Cópias normais mesmo.

Fabiana: -- Certo. Mas eu não poderia deixar de mencionar minha criatividade. Eu já comecei a desenvolver um projeto pessoal visando eliminar 30% das cópias que tiramos.

Seu Borges: -- Fabiana, desse jeito não vai dar!

Fabiana: -- E eu não sei? Preciso urgentemente de uma auxiliar.

Seu Borges: -- Como assim???

Fabiana: -- É que eu sou líder, e não tenho ninguém para liderar. E considero isso um desperdício do meu potencial energético.

Seu Borges: -- Olha, neste momento, eu só preciso das três cópias.

Fabiana: -- Com certeza. Mas antes vamos discutir meu futuro...

Seu Borges: -- Futuro? Que futuro?

Fabiana: -- É que eu sou ambiciosa. Já faz dois dias que eu estou aqui e ainda não aconteceu nada.

Seu Borges: -- Fabiana, eu estou aqui há 18 anos e também não me aconteceu nada!

Fabiana: -- Sei. Mas o senhor é hands on?

Seu Borges: -- Hã?

Fabiana: -- Hands on....Mão na massa.

Seu Borges: -- Claro que sou!

Fabiana: -- Então o senhor mesmo tira as cópias. E agora com licença que eu vou sair por aí explorando minhas potencialidades. Foi o que me prometeram quando eu fui contratada.



Então, o mercado de trabalho está ficando dividido em duas facções:

1 - Uma, cada vez maior, é a dos que não conseguem boas vagas porque não têm as qualificações requeridas.

2 - E o outro grupo, pequeno, mas crescente, é o dos que são admitidos porque possuem todas as competências exigidas nos anúncios, mas não poderão usar nem metade delas, porque, no fundo, a função não precisava delas.

Alguém ponderará - com justa razão - que a empresa está de olho no longo prazo: sendo portador de tantos talentos, o funcionário poderá ir sendo preparado para assumir responsabilidades cada vez maiores.


Em uma empresa em que trabalhei, nós caímos nessa armadilha. Admitimos um montão de gente superqualificada. E as conversas ficaram de tão alto nível que um visitante desavisado confundiria nossa salinha do café com a

Fundação Alfred Nobel. 
Pessoas super qualificadas não resolvem simples problemas! 

Um dia um grupo de marketing e finanças foi visitar uma de nossas fábricas e no meio da estrada, a van da empresa pifou. Como isso foi antes do advento do milagre do celular, o jeito era confiar no especialista, o Cleto, motorista da van.

E aí todos descobriram que o Cleto falava inglês, tinha informática e energia e criatividade e estava fazendo pós-graduação.. ... só que não sabia nem abrir o capô.

Duas horas depois, quando o pessoal ainda estava tentando destrinchar o manual do proprietário, passou um sujeito de bicicleta. Para horror de todos, ele falava "nóis vai" e coisas do gênero. Mas, em 2 minutos, para espanto geral, botou a van para funcionar. Deram-lhe uns trocados, e ele foi embora feliz da vida.


Aquele ciclista anônimo era o protótipo do funcionário para quem as Empresas modernas torcem o nariz: 

O QUE É CAPAZ DE RESOLVER, MAS NÃO DE IMPRESSIONAR

Contribuído por : Camila L. Romero Gonçalves


segunda-feira, 4 de julho de 2011

Precisamos disso...

Precisamos muito desse botao no facebook!!!!

domingo, 3 de julho de 2011

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Love is....

Tá ai um sentimento dificil de se definir em palavras. Mas quando penso em uma cor para defini-lo, essa da imagem retrata muito bem ...


O gol atrasado. Por que seu vizinho grita gol antes de você?

Talvez você já tenha passado por essa situação. Você está em casa vendo a partida do seu time quando, de repente, ouve uma comemoração no vizinho. Segundos depois, numa espécie de catástrofe anunciada, o adversário marca o gol na sua televisão.


A diferença é de poucos segundos, mas no futebol – imagine então durante uma disputa por pênaltis – este tempo parece durar uma eternidade. Comparando o sinal aberto com a TV paga, a diferença é de precisamente dois segundos, segundo a Net, uma das empresas que oferece serviços de TV por assinatura no país.


Crédito: AFP Photo

O motivo do chamado “delay” está totalmente relacionado com a qualidade das imagens em sua televisão. Um sinal em qualidade HD (com mais linhas de resolução e áudio digital com cinco canais), leva mais tempo para chegar do estádio até sua casa que uma imagem com chuvisco e áudio estéreo. Isso porque esta imagem precisa ser transformada em dados, que depois serão compactados para ficarem mais leves e chegarem à sua tevê.

Fazendo uma analogia mais simples, é mais ou menos como um arquivo pesado que você precisa compactar para ser enviado pelo email. O delay em relação ao seu vizinho acontece justamente porque é preciso compactar/descompactar essa informação (imagem e áudio) para que ela seja vista e ouvida com a melhor qualidade no seu televisor.



Crédito: Arte/UOL

Segundo Alessandro Maluf, gerente de produtos da Net, este problema só terminará quando não houver mais TVs analógicas e os consumidores todos tiverem migrado para tecnologias mais modernas. Ainda assim, mesmo as novas tecnologias apresentam algum atraso entre si. “Esse problema do gol atrasado, por exemplo, jamais aconteceria dez anos atrás, quando tudo era analógico. No futuro, entretanto, é possível que existam outras tecnologias melhores que as atuais e o delay continue acontecendo. A própria televisão 3D hoje demora um pouco mais que a HD”.

Entre os diferentes veículos, o campeão de velocidade continua sendo o bom e velho rádio, que por transmitir apenas o áudio por meio de ondas (hertz), chega até o aparelho quase imediatamente ao evento esportivo. As transmissões via internet (streaming) são, de longe, as mais demoradas, por ainda passarem por servidores de internet antes de chegar ao computador.

Contribuição de Wagner Nascimento